Papilomatose Canina – o retorno

Já aconteceu comigo. Na verdade, aconteceu com a nossa saudosa Luka. Já contei essa história em três partes: Parte I, Parte II e parte III.

E eu lembrava que não precisei fazer nada, nem medicação e que as verrugas sumiram sozinhas, como é previsto de acordo com o que me explicou a vet da Luka lá no passado.

Hoje, deitada agarradinha com a minha Lizzy (não a apresentei ainda, é a nossa bebê mais nova, faz 1 ano em março e está conosco desde julho do ano passado), fui observar os dentes (faço isso sempre) e descobri uma bolinha, que achei ser resto de alguma porcaria que ela andou mastigando e.. era a tal verruga. Fui procurar mais e encontrei mais.

Ainda está no início.

O surreal é que eu nunca tinha sequer ouvido falar isso antes da Luka e agora está acontecendo de novo!

Na verdade tem mais coisas acontecendo de novo, inclusive as dermatites que escamam a pele da minha cachorra.

Vamos lhe submeter a um teste alérgico, pq não quero lhe entupir de antibióticos sem saber de fato o que é.

Mas verdade seja dita: apesar da papilomatose ser inofensiva (se não houver complicações na evolução e remissão das pápulas), me assusta estar passando por isso de novo.

E não, a Lizzy não é uma golden. Podia ser característica da raça, mas é – acredito eu – apenas coincidência.

Nossa pequenota é uma Border Collie com heterocromia e pelo curto. Uma fofa. Medrosa, mas fofa.

Vou postando depois a evolução das verrugas.

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